Felipe Oliveira/AGIF/LANCE!Press

@Resenhanarede

A “novela Escudero” acabou com acusações de todas as partes e insatisfação da torcida rubro-negra. O argentino esteve presente no Vitória por 30 dias, período em que realizou toda preparação física para voltar atuar em bom nível. A expectativa foi criada, ainda mais com o gol marcado no último treino na Toca, mas agora o jogador está livre no mercado.

O vitória chegou a divulgar em suas plataformas oficiais (site e instagram) imagens do jogador participando das atividades com o elenco.

Na última segunda-feira (1), em contato com a equipe do Resenha na Rede, os representantes do jogador garantiram que o martelo estava batido. Contudo, em apenas dois dias o cenário mudou e a história ganhou duas versões distintas.

“Versão Ricardo David”

Em nota oficial, o Vitória divulgou que o contrato não foi fechado porque houve desentendimento entre empresários e jogador. “O Clube não mediu esforços para a permanência do meia e ressalta que o atleta não ficou por conta de desentendimentos entre o argentino e seus representantes”, diz o trecho da nota.

Versão Escudero

O argentino divulgou um longo texto em suas redes sociais, onde acusa a direção de ser “amadora”. “Nos reunimos segunda-feira e o presidente veio com uma proposta muito abaixo do esperado e que a empresa de intermediação havia me passado. Então é isso o que aconteceu”, acusou o argentino.

Propostas na mesa

Pela apuração realizada pelo Resenha na Rede, o primeiro entrave entre jogador e direção foi quanto ao valor da remuneração que estaria na carteira de trabalho e a paga como direito de imagem. O problema parecia ter sido solucionado na segunda-feira (1) e o jogador voltou ao clube no dia seguinte para assinar o contrato.

O segundo entrave surgiu quando os agentes do jogador sugeriram que a imagem do jogador fosse utilizada nas ações de marketing do novo fornecedor de material esportivo do clube, mas a direção entendia que não deveria intermediar essa negociação, teria que ser algo direto entre jogador e Kappa.

O terceiro e derradeiro entrave surgiu quando os representantes do atleta exigiram um valor de “luvas”, ou seja, um valor oferecido ao atleta no início do contrato. A diretoria do Vitória não aceitou pagar esse tal valor e o negócio foi cancelado.

parceiro oficial

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