Foto: Felipe Santos/ Ceará.

@Resenhanarede

O Bahia entrou em campo na noite desta terça-feira (4) com duas missões contra o Ceará. A primeira, vencer a partida por uma diferença de dois gols e assegurar o título. Já a segunda, apagar da imagem do torcedor a partida ruim do jogo de ida. Pelo lado do Ceará, a tarefa era segurar o Bahia e manter a invencibilidade na Copa do Nordeste.

No jogo de tarefas, o Bahia partiu para cima do Ceará logo nos primeiros minutos. Aos sete, Fernandão recebeu na meia-lua e arriscou chutão. Fernando Prass defendeu em dois tempos. Aos 22, a bola resvalou no braço de Fabinho e o Tricolor pediu pênalti. Após analise do VAR, a arbitragem marcou escanteio.

Ousadia? Roger surpreendeu nas alterações para segunda etapa. O treinador tirou o zagueiro Lucas Fonseca e colocou o atacante Clayson, recuou o volante Gregore para zaga e fez uma linha defensiva com Nino Paraíba (lugar de João Pedro), Juninho, Gregore e Juninho Capixaba. O setor ofensivo ficou com quatro opções: Clayson, Rossi, Élber e Fernandão.

Mas a ousadia não deu certo. Aos 15 minutos, Leandro Carvalho puxou o ataque, entrou na área e tocou para Bruno Pacheco, que mandou para Cléber. Atacante colocou o Ceará na frente do placar. O resultado garantiu o título para cearense, que assim como em 2015 levantou o caneco, dessa vez em Salvador.

Colaborador: Osvaldo Barreto.

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