Foto: Ascom/Bahia de Feira

@Resenhanarede

Futebol é emocionante. Assim se resume a partida entre Paraná e Bahia de Feira, válida pela Copa do Brasil. O time baiano ganhava até os 47 minutos da segunda etapa, quando viu o dono da casa diminuir o placar e buscar a virada.

O Tremendão estava embolsando nada mais nada menos do que R$ 1,5 (um milhão e meio de reais), premiação por estar chegando na terceira fase da competição. Para você ter uma ideia, esse valor representa metade do gasto previsto neste ano com o futebol do clube. Na Copa do Brasil 2020, o time já tinha arrecadado R$1.190.000 (um milhão e cento e noventa mil reais).

Como ocorreu, a desclassificação doeu até naquelas pessoas que não torcem para o clube. Mas vale lembrar que esta foi apenas a terceira participação do Tremendão na competição. Os times precisam aprender a jogar certas competições e isso só acontece quando participam constantemente delas. A pressão e a responsabilidade de segurar o resultado influenciaram totalmente no resultado, resultado da inexperiência.

O Bahia de Feira tem um projeto  a longo prazo, que passa pela sua divisão de base e chega em uma grande estrutura, após a construção da Arena Cajueiro. A concepção é tão ousada, que o clube é apenas o segundo time no Estado que possui um estádio próprio. Vida longa Bahia de Feira!

Colaborador: Osvaldo Barreto.

parceiro oficial

1 COMENTÁRIO

  1. Meu pai ( que torce p/ o E.C. Bahia ) volta e meia retruca : ” O Bahia de Feira deixou de ganhar 1 milhão e meio , ia trazer o Botafogo , ia dar uma renda da zorra ! ” … e eu , torcedor do Tremendão , já pensava nos 2min. ou talvez até 3min. de destaque nos programas esportivos locais e a repercussão à nível regional ( quem sabe até nacional ) . Já projetava um confronto duríssimo no Engenhão ( bem mais duro do que o Paraná propôs no jogo de ida ) , um empate surpreendente ao olhos dos cariocas que até então desconheciam o time feirense … e na volta , um Jóia da Princesa lotado , assim como foi contra o São Paulo , há 8 anos .
    O que tornou tal eliminação dolorosa foi o fato de que , pela 1ª vez , tínhamos plenas condições de passar para a 3ª fase … diferente das duas outras participações em que enfrentamos dois gigantes paulistas — um seria campeão Sulamericano naquele ano de 2012 , já o outro havia sido campeão mundial 2 anos antes de nos enfrentar na 1ª fase — , enfrentamos um time da Série B que poderíamos vencer …
    Bom , agora nos resta buscar a classificação pra semifinal do Baianão , tentar ao menos terminar em 3° lugar ( assim garantindo mais uma vaga na Série D e na Copa do Brasil ) , pra logo em seguida correr atrás do acesso à Série C ( tal como Juazeirense e Jacuipense ) e , quem sabe , ser o 1° time do interior baiano a conquistar o título nacional .

    Ah , outra coisa …
    Como torcedor , não quero pro meu time a alcunha de ” 3ª força do futebol baiano ” , muito menos parcerias com a dupla BaVi que mais parecem escambo ; Quero que meu time cresça e se fortaleça ano após ano para não viver só de Baianão .

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