Camisa do Bahia que alerta sobre as manchas de petróleo encontradas no Nordeste brasileiro. Foto: EC Bahia.
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Além da organização administrativa, o Bahia ganhou notoriedade por promover inúmeras ações sociais e afirmativas, ao longo da gestão de Guilherme Bellintani. Contudo, a torcida e os admiradores do Tricolor foram surpreendidos com a denúncia do Ministério Público do Trabalho (BA) requerendo que o Esquadrão seja condenado por impor jornadas excessivas de trabalho aos empregados que atuam no Centro de Atendimento ao Sócio (CAS).

Em nota divulgada para imprensa, o clube buscou se eximir de qualquer culpa perante a opinião pública.  “O Ministério Público do Trabalho propôs um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) sem instauração de inquérito ou designação de audiência para tratar do assunto. Havia proposição de cláusulas desnecessárias e abusivas, além de previsão de multas altíssimas, motivos pelos quais acabou rejeitado”, disse o clube.

O Clube encerra a nota chamando atenção para imagem criada atráves do engajamento e ações promovidas nos últimos anos. “Lamentamos o modo com que houve a divulgação dessa notícia, antes mesmo de o clube ter a oportunidade de se defender, e comprometendo desnecessária e injustamente a imagem de uma instituição notadamente reconhecida por seu engajamento e responsabilidade social”, diz a nota do Bahia.

Contudo, para maior surpresa do seu torcedor, o MPT divulgou uma terceira nota em que acusa o Bahia de faltar com a verdade. E ao contrário do que diz a direção, informa que “o Bahia se pronunciou acerca da denúncia. Apresentou em 26/04/2019 os controles de frequência dos empregados, que comprovaram o teor da denúncia (…) Em nenhum momento, apesar das notificações formais do MPT, a agremiação apresentou qualquer documento provando a regularização das ilegalidades comprovadas”.

O Bahia atingiu o respeito internacional promovendo ações afirmativas nos mais variados temas. Não pode manchar todo o trabalho por não cumprir suas obrigações legais. Toda empresa deve se preocupar com a segurança e o bem-estar de seus empregados. É preciso comprovar que fez o dever de casa e vir a público se manifestar sobre o novo posicionamento do Ministério Público do Trabalho.

Colaborador: Osvaldo Barreto.

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