Foto: FIFA/Divulgação.
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Pandemia. Suspensão do futebol. Férias antecipadas para elencos. Como ficam os árbitros nessa história toda? Sem ganho! De forma resumida e clara, um árbitro vinculado a Federação Bahiana de Futebol, mas que prefere o anonimato, confidencia ao Resenha na Rede.

No Brasil, a atividade do árbitro de futebol é considerada uma profissão autônoma. Ou seja, o homem do apito ganha se tiver em campo. Isso vale para os que apitam o futebol profissional, como para os que estão no futebol amador.

Sem uma previsão oficial para o retorno do futebol nacional, devido ao Coronavírus, o presidente da Associação de Árbitros da Bahia, Jose Francisco Neto, reconhece possíveis dificuldades que alguns profissionais podem estar passando. “Temos conhecimentos dos árbitros que vivem só da arbitragem, existem sim essa preocupação tanto dos árbitros profissionais, tanto quanto para os amadores. Mas sabemos que não é uma regra (ficar sem ganho), pois a maioria tem a arbitragem como uma segunda atividade”, disse ao Resenha na Rede.

Tendo como base de cálculo os valores recebidos na Série A 2019, um árbitro de elite (escudo FIFA) ganha algo em torno de R$4.140,00 por partida. Já o árbitro CBF consegue receber algo em torno de três mil reais. Os bandeirinhas ficam com algo em torno de 60% dos que os principais ganham.

Em um futebol deveras rentável e profissional, a arbitragem já poderia há muito tempo ser tratada de melhor forma. A equipe de arbitragem deveria ser contratada, seja de forma fixa ou por temporada, pela CBF ou através das Federações.

Colaborador: Osvaldo Barreto.

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