Foto: Osvaldo Barreto/Resenha na Rede

@Resenhanarede

Feche os olhos e comece a imaginar este cenário: seu time é rebaixado para Série B, após uma campanha melancólica. Inicia o ano seguinte com contratações que não dão resultados em campo. O clube passa por uma eleição inesperada e se inicia um processo de reformulação. O máximo conseguido é a permanência na Série B. A temporada seguinte inicia promissora, disputando três competições, o time tem apenas uma derrota.

Foto: Valmerson.

Mesmo nesse contexto, o torcedor do Vitória teima em não comparecer ao Barradão. O time conseguiu assegurar classificação na terceira fase da Copa do Brasil e apenas 6.454 pessoas assistiram a partida contra o Lagarto (SE), na última quinta-feira (5).

As desculpas começam a surgir nas redes sociais. “Jogo meio de semana tem que ser 20h”, “ingresso tá caro”, “A TUI não está indo ao estádio”. Por aí vai.

Estranhas “quebras de braço”

A direção do Vitória tem “batido cabeça” para tentar descobrir porque o torcedor não adquire o plano de sócios. Após uma campanha para chegar ao número de 30 mil associados, o time não chegou nem a metade. O clube tem planos que garantem acesso do torcedor às partidas e mesmo assim não consegue atrair.

Outro fator que tem diminuído a presença de torcedores no estádio é a ausência voluntária da maior torcida uniformizada do clube. Segundo a direção, existe uma orientação da polícia militar para que os materiais da uniformizada, como bandeiras e instrumentos de bateria, não sejam guardados no Barradão. Isso fez com que, as lideranças da torcida organizada convocassem um protesto para não comparecer as partidas.

A última pesquisa Datafolha apontou que o Vitória tem a quinta maior torcida da região Nordeste, mas o clube segue com o “pires na mão” atrás de torcedor para ir ao Barradão.

Colaborador: Osvaldo Barreto.

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