Foto: Liga de Futsal Lauro de Freitas

@Resenhanarede

O presidente da Liga de Fustal da cidade de Lauro de Freitas (LFLF), Marcus Vinicius Silva de Oliveira, conversou com o repórter Maurício do Patrocínio Luze e falou sobre o desenvolvimento da modalidade e o período vivido sem atividades, devido a pandemia causada pelo coronavírus.

“Devido a pandemia do Covid-19, as atividades da LFLF estão suspensas, principalmente porque são atividades aglomerativas. Enquanto aguardamos a situação passar, estamos mobilizando as redes sociais, criando postagens com duelos entre times, realizando ações solidárias para ajudar alguns atletas que estão passando dificuldades, doações de cestas básicas. O calendário esportivo organizados pelas confederações e o calendário municipais, até então, continuam suspensos. Pretendemos retomar as atividades no final do ano, se tudo ocorrer bem. Torcemos para que passe logo e tudo volte ao normal” disse o dirigente.

Em atividade desde 2015, a Liga tem ganhado apoio do poder público e confiabilidade das equipes participantes, destaca o presidente.

“A liga LFLF foi criada em 2006, através do presidente Adilson Borges, onde ocorreram algumas competições e, logo após, foi encerrada. Assumi em 2014 e nesse período, participei de alguns campeonatos entre condomínios, e nessa vivência, percebi a possibilidade de reativar o futsal da cidade. Por meio de muitas amizades, principalmente por ter sido atleta da seleção de Lauro de Freitas, como também tinha amizade com pessoas de dentro desta Liga já criada, me tornei Presidente e fiz o primeiro campeonato em 2015. A cidade respira esporte, A atual gestão tem tido um papel fundamental no desenvolvimento dessas outras modalidades no município”, contou.

Foto: Liga de Futsal de Lauro de Freitas.

A Liga também tem um papel importante na revelação de talentos. A jogador do Bahia, Verena Amorim, surgiu no torneio. “Temos um jogador chamado Nadson, que está no CSA, já jogou na Chapecoense, Santos, Ponte Preta, ele também passou pela seleção de futsal de Lauro de Freitas, caso similar ao de Verena Amorim. Ela antes de jogar no Aston Villas, representou a seleção feminina de futsal da cidade. Temos alguns atletas hoje na Espanha, dois garotos de 17 anos, Felipinho. Hoje um atleta nosso se não se tornar um profissional, ele tem a possibilidade de entrar em uma escola particular com 14 anos e sair formado da
faculdade sem pagar R$1 real, tudo isso graças ao futsal e as oportunidades concedidas”, afirmou Marcus Vinicius.

Atualmente a Liga conta com convênios com o colégio Dom Bosco e UNIFTC. Para mais informações junto a entidade, o presidente orienta as pessoas a entrarem na página oficial da entidade.

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