Felipe “PIMPOLHO”: O caminho entre o Judô e o Jiu-jitsu

Foto: arquivo pessoal.

@Resenhanarede

O Judô e o Jiu-jitsu podem ser consideradas artes complementares, em que a primeira se busca levar a luta para o chão e a segunda tem o objetivo de desenvolver o combate no solo, para alcançar a finalização. O Judô é tido como o “caminho suave”, e o Jiu-jitsu tido como a “arte suave”.

Nesse cenário, o faixa preta Felipe Pimpolho, da equipe Gfteam – “d’Black Roots”, iniciou sua trajetória no jiu. “Comecei no Judô com Sensei Carlos Lopes na Judô Katas e desde meu primeiro treino abracei a arte. O jiu-jitsu eu fui conhecendo naturalmente pelo próprio Judô, dia de quarta-feira fazíamos luta de solo, era dia de chão! Só comecei treinar jiu-jítsu mesmo com 15 anos de idade, ao lado de minha casa, com os professores Fábio Estrelado e Bruno Carvalho, na época faixas roxas. Estava desmotivado com o Judô e encontrei no BJJ novamente o Espírito da Luta”, disse ao blog Estrangulamento Ezequiel.

Felipe divide o dia com a rotina de treinos para as competições e dando aulas. Ele é um atleta presente nos campeonatos que acontecem em Salvador e tem visto com bons olhos a periodicidade dos eventos. “Vejo com bastante otimismo a cena atual do Jiu jitsu baiano, tem uma garotada muito boa nas faixas coloridas, muitos professores e equipes buscando evoluir tecnicamente e profissionalmente, campeonatos praticamente todo final de semana e marcas genuinamente baianas surgindo.  Nossos atletas representando ao redor do mundo. Lógico que ainda não é o ideal, mas vamos chegar lá! Estamos caminhando.

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será divulgado.


*