Foto: Divulgação / Me Sports
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Natural da cidade de Flórida Paulista (SP), Rita Bove que acumula passagens por clubes como Avaí Kindermann (SC) e São José (SP), nesta temporada veste mais uma vez a camisa do Santos. A meio campista se apaixonou pelo futebol ainda na infância: “Meu brinquedo favorito sempre foi uma bola. Jogava com meu pai, primos e amigos, em casa mesmo, no campinho do sítio onde morava. As brincadeiras variavam, e até mesmo sozinha, chutando a bola contra uma parede, era diversão para mim”.

Aos 10 anos de idade Rita Bove começou a jogar futsal em sua cidade natal, “foi a primeira vez que tive contato com outras meninas que também jogavam futebol; depois passei por outros clubes de futsal de cidades vizinhas, o CME Pacaembu e o ABD Dracena; e aos 14 anos realizei um teste em uma equipe de futebol de campo, o Grêmio Motorola Brasil, da cidade de Jaguariúna/SP, passei neste teste e me tornei então atleta da equipe (equipe adulta). A partir daí o esporte se tornou a minha vida”, relembra a atleta.

Em Jaguariúna permaneceu entre os anos de 2005 e 2011, período em que o Grêmio Motorola foi mudando de nome é ficando conhecido como AJA (Associação Jaguariunense de Atletas). Neste meio tempo (2009) atuou pelo Saad Esporte Clube, na época situado na cidade de Avaré/SP: “em 2012 e 2013 integrei a equipe do Esporte Clube XV de Novembro, o XV de Piracicaba/SP e também em 2013 defendi as cores da Associação Desportiva Kindermann, de Caçador/SC; no período de e 2014 a 2018, estive no São José Esporte Clube, e por fim, desde o ano de 2019 faço parte do elenco do Santos Futebol Clube, as Sereias da vila”, completa.

Quando o assunto é o crescimento da modalidade, Rita declara:
“Vejo uma evolução muito grande dentro da modalidade, há muito que se melhorar claro, ainda está longe do ideal, mas hoje a viabilidade, por exemplo, já é maior, muito por conta do avanço tecnológico, com mais redes sociais e meios de comunicação; boa parte dos clubes também já entenderam melhor o que é o futebol feminino e as condições estruturais e de trabalho já são diferentes; há também, uma “aceitação” por parte da sociedade muito grande, não sendo algo mais “incomum” ver uma mulher jogando futebol. E a tendência é que isso se desenvolva ainda mais.”

Foto: Divulgação / Me Sports

Na visão da meio campista do Santos a temporada 2019 apesar dos pontos positivos, os objetivos principais traçados para aquela temporada acabaram escapando, mas o foco agora é a temporada 2020: “a expectativa é que seja um ano diferente e muito melhor que o anterior, recheado de vitórias e conquistas”.

No começo de 2020 a atleta renovou a atleta renovou por mais uma temporada com as Sereias da Vila e essa parece não ter sido uma decisão difícil: “O Santos sempre foi uma referência na modalidade, podemos contar nos dedos, clubes que assim como o Santos, mantém há anos o futebol feminino e isso sem dúvidas foi um grande diferencial para eu escolher estar aqui. E claro, por se tratar do meu clube do coração quando criança, é a realização de um sonho, uma oportunidade ímpar na vida de qualquer atleta”.

Para fechar, Rita Bove falou sobre Seleção Brasileira: “Foi a realização de um sonho, estive presente na seleção sub 20 entre os anos de 2009 e 2010, e também na seleção adulta no ano de 2017. Hoje a seleção não é uma prioridade, mas claro, se surgir novamente uma oportunidade, sempre será uma honra poder representar o país.

A equipe santista iniciou a temporada com vitória, diante do Flamengo, por 4×0 e agora encara o Iranduba, fora de casa, nesta quinta-feira (13), às 21h.

 

*Assessoria: Agência Me Sports / @agenciamesports 
Edição: Fernanda Barros (@turbilhaofeminino) 

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