Foto: Ederson Arruda
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Gil Vigolo, natural de Ibiraiaras, no Rio Grande do Sul, atualmente é goleira do Brasil de Farroupilha, time estreante no Campeonato Brasileiro Série A2. Ela que sempre atuou como goleira, é apaixonada pelo esporte desde os tempos de colégio: “sempre fui goleira de futsal, joguei muitos anos estadual feminino de salão, inclusive bicampeã estadual 2015 e 2016 pelo MGA, de Caxias do Sul”.

Antes de defender a camisa do clube gaúcho, Brasil Farroupilha, a atleta Gil Vigolo teve como base e longa experiência o futsal.

“Em 2017 junto com um grupo de amigas passamos para o campo e fomos treinar em Farroupilha. Ali surgiu a vontade e oportunidade de participar do Gauchão e junto o interesse do clube Brasil em apoiar. Nossa fundadora e jogadora, Marluce, desenvolveu o projeto, apresentou ao clube e houve a parceria.  Em 2018 foi nosso primeiro Gauchão, chegando a semifinal contra o Internacional e conseguimos fazer uma bela campanha para um time estreante.”

Já na temporada 2019, a equipe disputou pela segunda vez o Gauchão, reunindo mais meninas da região da Serra gaúcha. Conquistaram o título do interior e a ainda garantiram a vaga para o Brasileiro A2 onde fizeram a estreia no dia 15 de março, com uma Vitória sobre a Chapecoense.

Sobre a estreia na competição, a arqueira do clube gaúcho declara: “sabíamos das dificuldades de enfrentar uma equipe profissional, mas sabíamos das nossas qualidades e surpreendemos com a Vitória, ficamos muito felizes com a Vitória mas vimos muitos detalhes para ajustar ainda.”

Foto: Ederson Arruda

Desafios da profissão x Adiamento das competições

É importante destacar e lembrar que diante da pandemia do Covid-19, as competições foram suspensas. E diante das circunstâncias as atletas estão em casa e com a missão de continuar se preparando para o retorno da competição.

“Paramos com os treinos e combinamos cada atleta fazer seu treino físico e reforço muscular individualmente e em suas residências, acatando as regras de não aglomeração.”

Os desafios de uma atleta de futebol são enormes, e com as jogadoras da equipe comandada pelo técnico Luciano Almeida não é diferente. Muitas atletas se dividem entre estudo e trabalho, “a maioria de nós trabalha o dia todo e dividimos a noite para treinos e faculdade. As barreiras ainda seguem, as dificuldades financeiras, mesmo com o apoio do clube, mas isso nos dá ainda mais força de vontade”, lembra a arqueira gaúcha.

Edição:
Fernanda Barros / @turbilhaofeminino

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