Entrevista: Adriano Maciel, Presidente da Federação Baiana de Jiu-Jitsu Olímpico

Foto: Facebook

Se tem esporte, tem resenha! O Resenha na Rede teve a oportunidade de conversar com Adriano Maciel, Presidente da Federação Baiana de Jiu-Jitsu Olímpico. A entidade tem sede na cidade de Porto Seguro e tem como escopo tornar o Jiu-Jitsu um esporte olímpico, além de revelar atletas para Seleção Baiana de Jiu-Jitsu.

Resenha na Rede: Como surgiu a ideia de origem à Federação Baiana de Jiu-Jitsu Olímpico?
Adriano Maciel: A ideia da criação da FBJJO – Federação Baiana de Jiu-Jitsu Olímpico começou em 2015 e concretizou-se em 2016 por estarmos realizando um trabalho no Sul da Bahia junto a Copa do Descobrimento, sendo assim, entendemos que o Jiu-Jitsu Baiano tem um grande potencial e decidimos que o ideal seria abrir uma instituição que atendesse os anseios dos atletas, dos professores e das equipes em geral. Foi quando recebemos o convite da FBJJ – Federação Brasileira de Jiu-Jitsu para compor o seu quadro de parceiros via Federação, posteriormente fechamos acordo com UEAJJF – União dos Emirados Árabes Federation para representá-los aqui no estado, pois já estamos com tudo pronto e regularizado para trabalhar pelo jiu-jitsu da Bahia.
RR: O jiu-jitsu hoje não é um esporte olímpico, quais são os pontos positivos em torná-lo olímpico e os possíveis pontos negativos?
Adriano Maciel: Apesar do Jiu – Jitsu não ser um esporte olímpico, é considerado aqui no Brasil, pelo Governo Federal, como um esporte de alto rendimento, a evolução é constante e já existem alguns programas federais que beneficiam esse esporte, não existindo pontos negativos na transformação desse esporte em modalidade olímpica. Tanto que o pessoal dos Emirados Árabes está trabalhando em cima disso, pra se tornar um esporte olímpico, inclusive já esta nos jogos de apresentação asiático.
RR: Tornar a modalidade em olímpica não faz perder um pouco da essência do jiu-jitsu, ou seja, preocupação mais em pontuar do que finalizar?
Adriano Maciel: Acho que não, ele já é um esporte competitivo, temos várias competições em todo mundo e os atletas habituam-se a pontuar e também finalizar conforme a necessidade, o jiu-jitsu é muito completo e sai tanto pontuação como finalização.
RR: Em 3 de setembro, vocês organizarão um evento que tem como intuito formar a seleção baiana de jiu-jitsu. Qual objetivo dessa seleção,participará de campeonatos ligados a CBJJ, por exemplo?
Adriano Maciel: Justamente, dia 03 de  Setembro de 2017, vamos realizar o Campeonato Baiano na cidade de Eunápolis no Extremo-Sul Baiano, onde a premiação do Absoluto para todas as faixas será Inscrição e Hospedagem para o Brasília International Pro UAEJJF. Além desta bela premiação começaremos a montar a Seleção Baiana de Jiu-Jitsu, com o objetivo de competir nos eventos da FBJJ e UAEJJF como Seleção, pois existem eventos que são específicos para Seleções, então já estamos nos adiantando nessa função para competir na CBJJD – Confederação Brasileira de Jiu Jitsu Desportivo que tem todo ano no Rio de Janeiro, os pretendentes a participar do quadro da Seleção Baiana, serão os melhores do ranking pela FBJJO.
RR: Como Federação Baiana, os campeonatos organizados por vocês terão etapas em outras cidades ou se concentrarão na região de fundação da Federação?
Adriano Maciel: A intenção é que a Federação trabalhe em todo o estado da Bahia, e faça campeonatos em várias cidades, possibilitando aos atletas participarem de eventos dentro de casa.
RR: Deixe  um recado para galera do jiu-jitsu que acompanha o resenha na rede!
Adriano Maciel: Um grande abraço para toda galera do Resenha na Rede e toda galera do Jiu-Jitsu da Bahia e gostaria de avisar que: “A Federação Baiana de Jiu-Jitsu Olímpico, chegou e veio pra ficar”.  Vamos vir com várias novidades e os atletas baianos vão adorar!!
Osvaldo Barreto
Sobre Osvaldo Barreto 884 Artigos
Advogado. Estudante de Jornalismo (Estácio). Editor, colunista e repórter do Resenha na Rede. Apaixonado pela escrita e pelo Rubro-negro.

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