Foto: Mari Capra/ Internacional

Depois de abordarmos algumas conquistas da equipe profissional e da base colorada, nosso especial prossegue retomando alguns pontos das entrevistas realizadas com as atletas. O Turbilhão Feminino teve acesso às jogadoras Yasmin Pereira (goleira) e Djenifer Becker (meia). Confira!

Acumulando passagens por equipes como Botafogo, Duque de Caxias, a dupla B-Vi, dentre outros, a experiente goleira Yasmin, destaque na meta colorada, conta com grande prestígio no elenco.  A arqueira que iniciou os primeiros passos no futebol jogando pelada com os primos, praticou outros esportes, mas seguiu no futebol por amor à modalidade.

Contando mais sobre sua história, o paredeão colorado relembrou do seu início na base do Vasco, após se destacar na Taça das Favelas, onde ficou até completar 18 anos. Um acontecimento curioso na vida de Yasmin mudou pra sempre o rumo da sua carreira depois de sua saída do time da colina: “cheguei a parar de jogar, daí quando tinha feito um mês que eu estava trabalhando em um posto de gasolina, recebi uma ligação dizendo que eu tinha sido convocada para seleção brasileira sub-20, daí eu larguei o trabalho e comecei a levar o futebol mais a sério”. Depois de uma longa caminha, cheia de altos e baixos, a atleta, hoje, é uma realidade e vive boa fase.

Nossa segunda entrevista foi a meia Djenifer Becker. Catarinense de 24 anos, a jogadora acumula convocações para a seleção, sendo uma das grandes referências no futebol feminino. No início da semana, fizemos uma live na qual pudemos conhecer um pouco da sua história, trajetória e aspirações.

Djeni, como é conhecida, iniciou a carreira no Kindermann em 2010 permanecendo no clube até 2015, ano em que venceu a Copa do Brasil. A atleta migrou para o futebol paulista e teve passagem relâmpago pelo São Paulo, atuando pelo São José na sequência. Posteriormente, transferiu-se para o Iranduba onde permaneceu até fazer parte das Gurias Coloradas. Seus grandes objetivos são permanecer na Seleção, segundo a mesma, o ápice para uma jogadora, além de conquistar o que for possível pelo Internacional.

Indagada sobre o nível de cobrança e sobre os efeitos do crescimento do futebol feminino a atleta da Seleção Brasileira afirmou: “isso é muito devido aos clubes de camisa que hoje estão no mercado. Teve aquela norma que, para os clubes disputarem a Libertadores, teriam que ter um time feminino, então os clubes brasileiros abraçaram essa causa, mas a gente sabe que nem todos montaram a equipe feminina com a estrutura devida. Alguns só deram a camisa, infelizmente. Mas isso mostra que o mercado está crescendo”, concluiu.

Edição: André Chagas – @turbilhaofeminino

parceiro oficial

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