Foto: Reprodução.

@Resenhanarede

O surgimento de uma terceira força no futebol baiano é desejo antigo. A ideia pareceu ganhar forma no inicio dos anos 2000, mais exatamente em 2005, quando foi registrado como time de futebol profissional o Esporte Clube Primeiro Passo Vitória da Conquista, em 21 de janeiro de 2005.

Apoiado pela Federação Bahiana de Futebol (FBF), o presidente Ederlane Amorim, convenceu a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) a passar por cima do regulamento e registrar um quarto time profissional na cidade de Vitória da Conquista (BA).  Os resultados em um curto espaço de tempo surpreenderam. Um ano após a sua fundação, o clube foi campeão da Série B e desde então nunca mais figurou fora da elite do estadual.

Por três anos consecutivos foi campeão da Copa Governador do Estado. Contudo, o entrave sempre foi o passo seguinte (perdão pelo trocadilho). Nos campeonatos nacionais o Vitória da Conquista tropeçava. Foi assim na antiga Série C, na Série D, Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

Teimo em dizer que o ano de 2015 foi fundamental para estagnação do Vitória da Conquista. 10 anos depois de sua fundação, o time chegou a final do Baiano e aplicou 3 a 0 no jogo de ida no Bahia. Na volta, perdeu título após uma vexatória goleada por 6 a 0. Por sinal, a derrota já ganhou contos folclóricos nas rodas de amigos.

O PEDIDO DE SOCORRO

Desde então, o Vitória da Conquista teima em apostar em projetos testados e falidos no futebol baiano, jogadores rodados no mundo da bola e velhas figuras que sempre estão nos times menores do Campeonato Baiano. A pandemia veio como um murro na boca do estomago do clube conquistense, que agora ameaça até mesmo de desistir da disputa da Série D.

Em dificuldade financeira, a direção lançou a campanha #AjudeoBode para custear a equipe na disputa da competição nacional. A ideia é que torcedores contribuam com valores para manutenção do elenco. Sem perspectivas a longo prazo, o clube não consegue arrecadação.

Fica agora o desejo para que a direção do clube vá em suas raízes, quando ainda era Associação Desportiva Primeiro Passo e disputava campeonatos de base. O bode pode encontrar ajuda financeira através na aposta em garotos e deixar projetos de “ex-jogadores em atividade” de lado.

Colaborador: Osvaldo Barreto.

parceiro oficial

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