Foto: Felipe Oliveira/EC Bahia

@Resenhanarede

O título do filme norte-americano “O homem que mudou o jogo”, indicado ao Oscar em seis categorias, cabe como uma luva ao trabalho desenvolvido por Diego Cerri no Bahia. Para quem não assistiu, a obra conta a história de um Billy Beane, gerente geral do time de beisebol Oakland Athletics, que precisou remontar o elenco, com poucos recurso. Para isso, ele adota as terias de Peter Brand, que defende que a equipe deve contratar jogadores subvalorizados, com potencial de negociação futura.

Agora, preciso que você lembre da chegada do diretor de futebol, Diego Cerri, ao Bahia. Agosto de 2016, gestão de Marcelo Santana, Bahia em reconstrução e disputando uma Série B. Em quase quatro anos de clube, o diretor de futebol mudou a forma do Bahia fazer dinheiro nas janelas de transferências. A negociação anunciada envolvendo Gustavo, 23 anos, que rendeu R$2,2 milhões, é o retrato fiel de como o dirigente atua no mercado.

Bons e valorizados

A marca das vendas realizadas pelo departamento de futebol do Bahia é a de jogadores promissores e até daqueles que ainda não se firmaram no elenco titular. Foi assim com Juninho Capixaba (R$6 milhões), Rômulo (R$1 milhão), Gustavo Blanco (R$1,2 milhão), Junior Brumado (R$9,5 milhões), Rodrigo Becão (7 milhões), Douglas Augusto (R$1,2 milhão), João Pedro (R$1 milhão) e Paulinho (R$3 milhões)

O dirigente também realizou negociações certeiras envolvendo Zé Rafael (R$14, 5 milhões), o goleiro Jean (R$7 milhões), o lateral Mena (R$1,8 milhão), a transação envolvendo o lateral Moisés, que deixou nos cofres do clube (R$2,25 milhões) . Jogadores que coincidentemente ainda não conseguiram desempenhar papeis fundamentais em suas novas equipes.

A administração de Guilherme Bellintani recebe muitos elogios. Contudo, é importante perceber o papel fundamental de Diego Cerri nesse jogo de xadrez apelidado de negociação de futebol.

 

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