Ricardo Lima, presidente da Federação Bahaiana de Futebol. Foto: FBF/Divulgação.

@Resenhanarede

O presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), Reinaldo Carneiro Bastos, bem como, o mandatário da Carioca, Rubens Lopes, sonham dia e noite com o retorno do futebol brasileiro no mês de maio, possibilitando o desfecho dos respectivos Estaduais. Na Bahia, não se sabe o posicionamento oficial da entidade máxima do futebol, afinal, o presidente Ricardo Lima segue sendo um homem de poucas palavras com a imprensa.

Um dirigente confidencia que a probabilidade do Campeonato Baiano acabar dentro de campo é praticamente nula. Ao contrário dos clubes paulistas e dos cariocas, os times baianos praticamente pagam para jogar e nem mesmo o dinheiro da TV significa alívio para os times. A cota televisiva por aqui para os clubes menores é de R$121.312,00, dinheiro de “pinga” para os padrões atuais do futebol. Além disso, não existe premiação para o campeão.

Com uma competição tão deficitária, alguns clubes liberaram todo elenco, caso do Vitória da Conquista e o Vitória (utilizava o sub-23 para disputar o Estadual), desde a paralisação em virtude do Coronavírus. Ou seja, em caso de retorno, seria outro mistério  saber como fazer para terminar o campeonato.

O governo do Estado tem como data de retorno às atividades o dia 4 de maio, mas como em outrora, o prazo pode ser novamente prolongado para junho. As atividades na Federação Bahiana seguem suspensas até o dia 3 de maio, pelo menos até lá, os amantes do futebol baiano continuam sem ter um posicionamento oficial da entidade e uma resposta clara do presidente, se ele deseja ou não terminar o Baiano 2020 no campo.

Colaborador: Osvaldo Barreto.

 

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